Fibromialgia

É um transtorno de dor crônica comum e complexa que causa dor generalizada e sensibilidade ao toque que pode ocorrer em todo o corpo ou migrar sobre o corpo. Pode estar acompanhada de fadiga, tontura, dor de cabeça, acordar cansada apesar de ter dormido a noite toda, dificuldades de manter o foco, falta de memória, ansiedade, depressão. A tradução literal da fibromialgia palavra é dor nos músculos, ligamentos e tendões. Mas FM é muito mais do que dor e apresenta muitos outros sintomas que variam de pessoa para pessoa.

É uma dor sem lesão, e por isso algumas pessoas não acreditam na dor do portador de fibromialgia, mas é uma dor real, é como se o cérebro da pessoa com fibromialgia interpretasse de forma exagerada os estímulos.

Costuma aparecer depois de graves situações de ordem física ou emocional, como por exemplo alguma infecção ou trauma emocional. Sintomas comuns adicionais podem incluir depressão ou ansiedade, enxaquecas, dores de cabeça de tensão, dor pélvica, bexiga irritável ou hiperativa, síndrome do intestino irritável e doença de refluxo gastrointestinal  e muitas vezes causando afastamento social, alteração do sono e cansaço

É como se o cérebro da pessoa com fibromialgia interpretasse de forma exagerada os estímulos.

 

A fibromialgia pode piorar quando a pessoa fica deprimida, pois o cérebro sobre influência das emoções na interpretação da dor. E sendo assim, alegria e felicidade podem diminuir o desconforto da dor.

Tratamento

Por se tratar de uma doença  sem origem fisiológica (sem lesão), os psicólogo pode ajudar no tratamento da fibromialgia tanto na aderência ao tratamento médico que é sempre necessário, como no trabalho junto à depressão, ansiedade e situações traumáticas que podem ter originado o quadro, assim como outros modelos de terapia.

Na Fibromialgia, a psicoterapia poderia auxiliar o paciente a entender e interpretar melhor suas atitudes frente à dor e demais sintomas dela, para enfrentá-los de forma mais eficaz

A psicoterapia pode oferecer ênfase aos pensamentos e à forma como este interpreta os estímulos externos, tendo como objetivo ajudar o paciente a aprender novas formas de lidar no ambiente de forma a promover mudanças necessárias.